Olá Sérgio! Já n te lembras de mim? Tem uma foto antiga, ainda do tempo em q estiveste em Évora...por isso me foi mais fácil tb. Que se faz menino?estás a trabalhar onde? Fica bem. Beijinhos
Procura-se um amigo Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor.Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar.
Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.
Quando à noite desfolho e trinco as rosas É como se prendesse entre os meus dentes Todo o luar das noites transparentes, Todo o fulgor das tardes luminosas, O vento bailador das primaveras, A doçura amarga dos poentes, E a exaltação de todas as esperas.
OLÁ Sergio? Lembras-te de mim? Já passaram mtos anos, mas fiquei mto contente ao ver a tua página. Está tudo bem contigo? Estás a trabalhar no Teatro? Beijinhos. Saudades.
Quê!? isto? Hó meus amigos isto é piorio "oube lá", isto é carne rija que nem dá para a matança, carái... isto veio do nuorte direitinho para a terra dos mouros só para nos "azucrinar" a cabeça... chiça! que é de má raça!
mas acima de tudo tu és aquele único gaijo, que do nada, é capaz de dizer sinceramente o que gosta na outra pessoa, e isso é raro.
Eu sei que estão atrasados um dia, mas aí vão.
Beijinhos.